Agências x consultorias e houses

Acompanhando as mudanças no mercado de propaganda e marketing, dois modelos de negócio vêm despontando como concorrentes das agências de publicidade, hoje em dia. As consultorias de comunicação e as houses vêm disputando cada vez mais espaço nos departamentos de Marketing das empresas.

No caso das consultorias de comunicação, estamos falando de competidoras que cresceram baseadas em métricas e resultados. Com a situação econômica no país, as empresas passaram a contratá-las visando entregas em números, e não só criativas. Se aproveitando disso, as consultorias se utilizam de métodos tecnológicos para traçar estratégias super elaboradas, muitas vezes deixando a inspiração criativa de lado.
Ao optar por este caminho, a empresa sentirá falta das competências criativas e técnicas que as agências podem oferecer, tornando o plano estratégico que foi traçado pior apresentado ao seu potencial consumidor.

Já no caso das houses, ou seja, agências implementadas dentro da própria empresa, tudo fica mais fácil de ser explicado. Money is the question.
Com um departamento criativo dentro de casa, os custos são reduzidos e o controle sobre o projeto parece estar mais próximo. Porém, nem tudo são flores. Com isso, a empresa sofre uma limitação criativa, por se engessar em experiências e visões internas, perdendo assim o melhor que as agências podem oferecer.
O risco de seguir este caminho, pode acarretar em trabalhos sem riqueza de detalhes, até mesmo beirando o amadorismo, gerando assim resultados nada satisfatórios.

Mas porque estamos falando sobre isso?
Nossa discussão foi causada pela falta de posicionamento das agências já presentes no mercado há algum tempo. O foco total na parte criativa fez com que os planejamentos estratégicos fossem deixados na mão das próprias empresas. Fazendo assim com que elas fossem ao mercado sem as ferramentas necessárias para atender às reais expectativas e demandas.
Com isso, surgiu uma tendência impactante no custo-benefício deste tipo de serviço. Os projetos encareceram, a criatividade das agências foi encaixotada pelos briefings, e as campanhas foram ficando inconsistentes: bonitas, atraentes, mas sem fundamentação estatística direcionada.

As campanhas precisam ser coerentes e equilibradas. Só assim as ações da empresa irão converter em resultados. Mas podemos ver também o lado meio cheio do copo.
Algumas agências se adaptaram às mudanças e estão preparadas para atender às necessidades dos clientes. Com uma visão holística do mercado, estas agências evoluíram. Se apropriando de novas metodologias, tecnologias e análises comportamentais de consumidores e vendedores, elas são capazes de produzir o mix perfeito entre estratégia e criatividade e aplicá-lo com as ferramentas mais adequadas.
É isso que a agência Red Lemon faz com tanta propriedade!

Para o consumidor, o objetivo não é só comprar. A experiência é o mais importante. Experiência esta que deve ser proporcionada pelo domínio da ferramenta certa e pela leveza na criatividade, seguindo uma rota inteligentemente traçada.

Estamos vivendo uma transformação do mercado da Comunicação, voltando nossas atenções para dados que muitas vezes eram deixados de lado, como os estudos de field marketing, de pontos de venda e as análises de comportamento do consumidor.

É a RAZÃO que direciona a EMOÇÃO para criar campanhas realmente eficientes, além de estéticas.

Com isso, os clientes poderão aproveitar seus resultados de uma forma mais consistente e ter a total confiança de que suas verbas estão sendo melhor utilizadas. Já as agências, seguirão se aprimorando para sempre oferecer aos seus clientes/espectadores a experiência perfeita!

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